Esta história verdadeira, é também uma história de Amor Verdadeiro! UM BEIJO DO MARIDO PODE MATÁ-LA. A HISTÓRIA DA MULHER QUE É ALÉRGICA A TUDO

Scott e Johanna Watkins são casados, mas não passam tempo nenhum juntos: os dois não podem conviver no mesmo espaço por uma questão de vida ou morte.

Johanna Watkins sofre de uma patologia rara chamada síndrome de ativação de mastócitos, uma doença autoimune que leva o sistema imunitário a reagir contra ela própria.

Johanna desenvolve reações alérgicas generalizadas (choques anafiláticos) a praticamente tudo – à maioria das comidas, químicos, pó, aromas e até mesmo a Scott. A história deste casal de Minnesota, nos Estados Unidos, é contada pela estação de televisão britânica BBC.

“Quando o conheci, tinha uma série de alergias que sempre tive e com as quais já estava habituada. Tinha dores de cabeça constantes, manchas vermelhas estranhas na pele, apanhava vírus diferentes e esquisitos. E fazia uma série de tratamentos, mas ainda trabalhava e tinha uma vida normal”, conta.

Mas os problemas pioraram com o tempo. Cada vez que Scott se aproximava, Johanna começava a tossir e não parava. “Quando me aproximava dela, especialmente quando o meu rosto se aproximava do dela, ela começava a tossir. E acontecia sempre. Quando eu me aproximava para beijá-la, ou mesmo quando eu só a abraçava, sempre que eu chegava perto da cara da minha mulher, aconteciam essas reações”, recorda Scott.

“Não era só uma tossezinha. Eu tossia a ponto de não conseguir respirar. Quando percebemos que não podíamos partilhar mais a vida juntos, foi extremamente traumático”, acrescenta Johanna.

 

A ex-professora recebeu o diagnóstico da doença apenas no ano passado, depois dos sintomas alérgicos atingirem níveis graves. Fez vários tratamentos, sem efeito aparente. “Um dia o Scott foi cortar o cabelo e voltou. Em dois minutos eu comecei a sentir-me mal e ele teve de sair de casa. Nós esperámos uma semana para que ele se aproximasse de novo. Em dois minutos a reação começou novamente”, relata. “No início, achávamos quer era um cheiro ou algum tipo de comida que causava estas reações”, lembra Scott.

Hoje, os dois vivem na mesma casa, mas a três pisos de distância um do outro. Johanna passa os dias isolada num quarto subterrâneo que tem um filtro especial para o ar. As únicas pessoas que a vêem de perto são os irmãos. “Agora a minha alergia é despoletada por qualquer pessoa, à exceção dos meus irmãos, que cuidam de mim”, explica a jovem.

Scott cozinha todos os dias os dois únicos pratos que Johanna pode comer sem ter reações alérgicas. “Uma delas é acém. Com sal e cenoura biológica. A outra é cordeiro biológico que é temperado com chimichurri. Como isso com pepinos biológicos que o meu marido amavelmente corta em espirais”, conta.

Johanna e Scott sofrem com esta separação que os ultrapassa, mas não desistiram de ficar juntos – e nem pensam nessa possibilidade, ainda que não haja, por enquanto, qualquer perspetiva de cura para Johanna. Apesar do amor “à distância”, o casal mantém encontros para fazer a mesma coisa ao mesmo tempo – ainda que fisicamente separados. Um exemplo: combinam ver uma série. Johanna fica no seu quarto e Scott no dele, dois pisos acima, e comentam as cenas por telemóvel.

Fonte: http://lifestyle.sapo.pt/

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